Em Chamas Completo Dublado - Mississipi
A história começa no verão de 1964, no estado do Mississippi, EUA. O sul dos Estados Unidos vive um momento de extrema tensão racial. Três jovens ativistas pelos direitos civis — dois judeus de Nova York (Michael Schwerner e Andrew Goodman) e um negro do Mississippi (James Chaney) — estão viajando à noite após investigarem a queima de uma igreja negra.
Eles são perseguidos e parados por policiais locais, que na verdade são membros da Ku Klux Klan (KKK). Os três jovens são brutalmente assassinados e seus corpos enterrados em uma represa de terra. Seu carro é incendiado e abandonado para simular um acidente ou fazê-los desaparecer.
Anderson começa a trabalhar com a população local. Ele desenvolve uma relação com a esposa do xerife substituto, Mrs. Pell (Frances McDormand). Ela é uma mulher sensível que claramente sabe de algo, mas vive sob agressão física e psicológica do marido. Anderson usa a empatia para tentar conseguir informações. mississipi em chamas completo dublado
Paralelamente, Anderson usa táticas de intimidação psicológica. Ele conversa com suspeitos em locais isolados, usando seu conhecimento da cultura sulista para fazê-los acreditar que o FBI sabe mais do que realmente sabe.
Antes de entender o filme, é preciso entender o caso real. Em 1964, no auge do movimento dos direitos civis, três ativistas — James Chaney (negro), Andrew Goodman e Michael Schwerner (judeus brancos de Nova York) — desapareceram no condado de Neshoba, no Mississippi. Eles estavam investigando o incêndio de uma igreja frequentada por negros e registrando eleitores negros. A história começa no verão de 1964, no
O FBI, então liderado por J. Edgar Hoover, relutou em agir. Porém, sob pressão nacional, agentes foram enviados ao Mississippi. O que encontraram foi um sistema de segregação mantido pela violência e pelo terror. Os corpos dos três jovens só foram encontrados 44 dias depois, enterrados em uma barragem de terra. O filme "Mississipi em Chamas" é uma versão ficcionalizada, porém visceral, desses eventos.
"Mississippi Burning" destaca a brutalidade do racismo nos Estados Unidos durante os anos 60 e a luta incansável pelos direitos civis. O filme é baseado em fatos reais e trouxe à tona a comoção nacional e internacional sobre a violência racial no Mississippi. Imediatamente, os agentes enfrentam um muro de silêncio
O desaparecimento dos três jovens gera comoção nacional. O FBI (Polícia Federal Americana) é enviado ao local para investigar. Chegam à cidade os agentes Rupert Anderson (Gene Hackman) e Alan Ward (Willem Dafoe).
Imediatamente, os agentes enfrentam um muro de silêncio. A população branca da cidade, incluindo a polícia local, é hostil e cúmplice dos crimes. Os negros vivem em pavor e se recusam a falar por medo de retaliação da KKK. O xerife local, Ray Stuckey, é abertamente racista e dificulta a investigação, classificando os desaparecidos como "agitadores comunistas".